
Do dia 1º até a manhã do último domingo, o Imperador esteve na favela Vila Cruzeiro, na Zona Norte do Rio de Janeiro, onde nasceu e foi criado. Lá, ficou hospedado na casa do tio, mas passou a maior parte do tempo em outros locais.
Segundo o relato da "Isto É", Adriano bebeu muita cerveja e esteve na companhia de jovens ligados ao tráfico de drogas da região. Acompanhado de uma morena não identificada, ele foi a um baile funk na noite de sábado e se divertiu até a manhã do dia seguinte.
O atacante só deixou o local nas primeiras horas de domingo, quando recebeu a visita da mãe. Dona Rosilda teve de convencê-lo a deixar a favela e ir para sua casa, na Barra da Tijuca.
Adriano anunciou na quinta-feira que voltará aos gramados quando reencontrar a alegria em jogar futebol.
Massimo Moratti, presidente da Internazionale, declarou no sábado que o clube de Milão está buscando uma melhor solução para o caso Adriano. E aguarda Gilmar Rinaldi, empresário do atacante, hoje, para definir a situação do atacante.
O dirigente não garantiu que pedirá a rescisão do contrato do Imperador. "Sinto que ele está nesta situação difícil, mas também é verdade que temos de encontrar uma solução para o problema."
O presidente ressaltou que Adriano tem sido sincero com a Internazionale. "Não pude falar com ele. Tem sido amável ao falar de mim e do clube. O importante é que esteja bem, dedicando-se ou não ao futebol, ainda que no momento o jogo o aborreça."
Advogados da Internazionale, apesar do apreço de Moratti pelo jogador, trabalham em cima de uma rescisão contratual sem indenização. E ainda querem incluir uma cláusula que impeça Adriano de assinar com outro clube da Itália até junho de 2011.




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